Sensibilidade

Recebo essa contribuição do professor Glauber Pereira, de Bagé (RS):

Um famoso comentarista de uma emissora de Bagé fazia a transmissão de uma partida da cidade, mas estava com a cabeça em outro lugar. Tudo porque um conhecido cartola da cidade, chamado Major Segredo, estava mal no hospital. O comentarista resolveu colocar os ouvintes a par do estado de saúde do cartola e usou toda a sensibilidade possível:

_Meus caros, informo que a vocês que o Major Segredo está mal no hospital. O Major Segredo pode morrer a qualquer momento...

De fato, o Major Segredo morreu. Porém, nosso comentarista, não contente em anunciar a morte aguardada, via transmissão de rádio, apresentou outra pérola. Por ser amigo do finado desde tempos idos, a viúva o convidou para se despedir do amigo com canções. No dia seguinte ao velório, nosso comentarista não teve dúvidas - nem modéstia - em sua participação no programa de rádio:

_Gente, o enterro do Major Segredo estava um espetáculo!

O Padre Nu

Recebi essa história do amigo Luiz Zanetti Sobrinho.

Um padre lia trechos da Bíblia em um breve espaço em uma rádio popular. O programa era ao vivo. Certo dia, ele deveria ler Mateus 25, onde diz:

_Tive fome, e não me destes de comer. Tive sede, e não me destes de beber. Era peregrino e não me acolhestes. Estive nu e não me vestistes.

Só que na última parte, o padre se enrolou:

_Estive nu e não me visitaste... Desculpe... Estive nu e não me visi... não me vestistes.

O cachorro “Dalmatá”

Recebo essa contribuição para o blog do gaúcho Éder Flores.

Ele conta que um dos locutores veteranos de uma emissora de Cachoeira do Sul (RS), soltou essa.

_Atenção, aviso de utilidade pública: O fulano de tal ligou pra mim aqui e pediu pra anunciar que o seu cachorro "Dalmatá" fugiu e ele NÃO SABE ONDE ESTÁ, mas também se soubesse não iria pedir pra eu anunciar, né?

Não satisfeito, ainda concluiu.

_Pra quem não sabe o "Dalmatá" é aquele cachorro branco e que tem as bolas pretas...